quinta-feira, novembro 13, 2008

Isto não é uma rola brava

Na realidade é uma rola mansa. Turca, na pior das hipóteses. No entanto, como ilustração do que vem aqui dá a ideia que é, de facto, uma rola brava. Mas não é. Só que não é. Na.


Esta pequena introdução lúdica tem o propósito de sossegar as inquietas e alvoroçadas almas que se vêm preocupando, em minha opinião demasiado, demais, mais que a conta, de sobremaneira, exageradamente, com o que se vem publicando, editando, postando na B.L.U.S.A.(*)
Antes de me alongar mais no texto que se segue, gostaria que a ave que ilustra este post fosse observada com redobrada cautela e cuidado. A expressão estúpida do referido animal não é conquista, é genética. A atitude parasitária com que se pendura no bebedouro demonstra que além de estúpida é esperta. Ou seja : embora desprovida de inteligência consegue sacar o seu.
A rola turca é uma praga que infesta os pueblos que nasceram cresceram e se reproduziram em torno de todas as estações e apeadeiros entre a Cruz Quebrada e Cascais.
Nem quero imaginar o que será desta terra quando o TGV desarvorar por aí afora.

(*) Blogosfera Lusa (N.E.)

terça-feira, novembro 11, 2008

Alegre destrunfa

Manuel Alegre antecipou-se a Sócrates jogando a cartada Ministra da Educação. O Ás de Sócrates foi jogado agora, como foi referido aqui que aconteceria. Só que foi Alegre quem tomou a iniciativa, retirando o efeito de reconciliação nacional do governo com professores, pais e alunos, eleitores portanto.
O Movimento de Cidadãos que conseguiu para Manuel Alegre o segundo lugar nas últimas eleiçoes presidenciais estará à beira de se tornar um partido ?

Cavaco e a Madeira

Enquanto me dirigia ao clube, para mais mil metros alternados de crawl e breathstroke, pude ouvir na TSF que, quando questionado sobre o que se passou na Assembleia da Madeira, o presidente da República apelou ao bom senso e à ponderação, sobretudo nesta altura de grandes dificuldades económicas que o país atravessa. Estava à espera de ouvir a playlist de alguém inesperado, como o Nuno Rogeiro ou o Dany Silva, mas eram as notícias que estavam a dar.
Fiquei também a saber que o Representante da República na Madeira tem o seu diálogo com o representante da Assembleia Legislativa Regional.

The Obama Factor I


Na 6ªfeira passada, a interpelação ao governo protagonizada pelo deputado do CDS/PP Helder Amaral "causou embaraço ao governo e desconforto ao primeiro ministro" dizia a locutora na TV enquanto Teixeira dos Santos e José Sócrates manifestavam evidentes sinais de irritação.

sexta-feira, novembro 07, 2008

Bom fim de semana

Kim Jong Il, que é uma espécie de Lady Di de Bernardino Soares, encontra-se de boa saúde como se pode comprovar:



Kim Jong Il assistindo aos Jogos Olímpicos de Pequim.



Kim Jong Il na Ovibeja.



Kim Jong Il assistindo ao jogo de futebol Benfica Galatasaray.

quinta-feira, novembro 06, 2008

Pequeno post

É natural que quem lê que a batalha de Trafalgar não passou de uma escaramuça que aconteceu perto de Monte Gordo e Vila Real de Sto. António, a seis quilómetros de Castro Marim ou a duas dúzias de léguas de Moncarapacho, corre o risco de ler alarvidades destas.

quarta-feira, novembro 05, 2008

Colour Purple

Para quem não saiba, o novo presidente da república dos E.U.A. é Barack Obama. "No more reds or blues. Colour Purple is now the true colour of the United States", foi mais ou menos isto o que disse Michelle Obama após a confirmação dos resultados eleitorais. Tendo 70% dos eleitores do estado de Virgínia, maioritáriamente brancos, votado Barack Obama, isso significa o trambolhão de uma das certezas mais propaladas nas antevésperas desta eleição; a de que que na intimidade do exercício do voto, o americano branco médio seria tomado de pânicos irracionais e acabaria por dar o seu voto a McCain.
Desenganem-se todavia os que pensam que a política externa norte americana não sofrerá grandes alterações com este resultado: a aposta em África marcará a diferença de anteriores administrações.
Por outro lado, há que lembrar as ofensivas militares na Somália e nos Balcãs protagonizadas pela administração democrata de Bill Clinton; o facto de ser um democrata a ganhar estas eleições não significa o abandono da política intervencionista dos E.U.A., nomeadamente em zonas sensíveis onde abunda o petróleo e o gás natural. Quanto muito uma movimentação das peças e reajustamento táctico no tabuleiro dos conflitos que se vêm desenrolando no médio oriente.
Duas coisas que me impressionaram nas últimas 24 horas: o contraste entre a abundante tecnologia ao serviço das estações de TV americanas comparativamente ao tempo perdido por milhares de votantes amarrados em bichas durante 7 horas ou mais. A outra foi a sonegação de informação relativa às previsões no QG de McCain, o que fez com que centenas de pessoas estivesem a pensar na vitória até ao desmentido proferido pelo próprio McCain. Por cá, a colagem da esquerda e da direita lusas a Obama e a McCain respectivamnte, não deixa de ser típica de quem não consegue lidar com o facto de ter feito a 1ª Comunhão com sete anos e tido posters do Guevara na parede do quarto na adolescência. No entanto tanto a esquerda como a direita nativas ficam contentes: a esquerda porque o "seu" candidato ganhou e o da direita perdeu; a direita porque o candidato da esquerda embora vencedor terá uma trabalheira do camandro pela frente, à laia de castigo.
 
Iniciativa Legislativa de Cidadãos contra o Acordo Ortográfico. Leia, assine e divulgue!