terça-feira, fevereiro 07, 2012

O melhor texto de Rui Tavares

foi o que o Público deu à estampa ontem, dia 6 de Fevereiro.
Não tanto pelo conteúdo mas mais pela forma; não foi escrito conforme os preceitos do senhor professor doutor João Malaca Casteleiro, apesar da nota de pé de página dizer que sim.

sábado, fevereiro 04, 2012

Actualidades da República

Três episódios decorridos nas últimas 96 horas contribuíram de forma decisiva para voltar a publicar neste terreiro postas inebriantes e plenas de "irrelevância, presunção, arrogância, ignorância e pura tontice", mas que, não obstante, desempenham "um papel social ineludível", parafraseando a vocabulice do bibliotecário da Marmeleira, Pacheco Pereira.
O primeiro foi a divulgação nos média de referência do manifesto pro-monarquia subscrito por Gonçalo Ribeiro Telles, Miguel Esteves Cardoso e Pedro Ayres de Magalhães, entre outros. Obrigado.
O segundo episódio pertence à esotérica esfera do ininteligível, tecido mais ou menos orgânico que envolve caridosamente os cerebelos da inteligentzia indígena protegendo-a de eventuais choques violentos com a realidade e as merdas e que consiste no Exercício do Poder. A saber: o Doutor Vasco Navarro da Graça Moura resolveu pôr em ordem a casa que lhe entregaram e mandou às urtigas, para não dizer para o caralho, aquela merda inclassificável que dá pelo nome de Acordo Ortográfico. Tomara ao secretário da merda do estado em que está a cultura nativa ter um pintelho que fosse dos que dignamente recobrem os cojones do Doutor Vasco Navarro da Graça Moura, por exemplo. A talho de foice refira-se o total desnorte e falta de objectivos do inseguro secretário geral do partido socialista, condenado que está a pilotar o carro vassoura da volta a Portugal da novela do Obama de Massamá, o camisola amarela. O terceiro episódio consiste no palavreado da autoria do bibliotecário da Marmeleira que o Públicou deu à luz na edição de hoje e que tem por enigmático título "Perguntas que não levam a parte nenhuma II", do qual extraí, com cautelas redobradas e pinças de ourives, as expressões entre aspas que estão na introdução deste texto sendo que as mesmas se referiam a blogues-e-autores-de-blogues-e-outros-que-tal como este se estão positivamente cagando para as suas questões metafísicas.
Está frio em Portugal, mas o sol brilha.
 
Iniciativa Legislativa de Cidadãos contra o Acordo Ortográfico. Leia, assine e divulgue!