Não é só o Expresso que dispõe da boa vontade de canideos sobredotados na produção de escrita, como eu já referi aqui.
O Público também dispõe de um valioso contributo alimário. Trata-se de um ácaro mutante e xenófobo que ora perorando sobre isto ora opinando sobre aquilo se vai enchendo e inchando dia após dia qual carraça vampirizadora, à custa da verborreia compulsiva e gráficamente expulsa de que é acometido sempre que se dispõe a imitar o que de mais nobre o homem faz: escrever.
Eis alguns excertos que extraí e cuidadosamente separei do monte de asneiras que a criatura achou por bem pendurar do seu nome no Público de hoje:
(...)Deve ter sido um daqueles brasileiros que o orientam na campanha e lhe fazem hinos de menino e guerreiro.(...)
Outra :
(..)Ou desses que põem nos cartazes coisas como "este sim, sabe quem é".(...)
Outra ainda:
Há dois ou três dias, o mesmo brasileiro, vindo directamente do Bois de Boulogne ou da floresta da Tijuca, descobriu que o grande tema que dividia a sociedade portuguesa...(...)





