Interroga-se hoje Vasco Pulido Valente em mais um exercício de reflexão escrita após o "esquecimento" de a referir na reflexão escrita de ontem.
A Igreja Vasco? Se calhar está ocupada demais com o conteúdo de um "livro de aeroporto" e com a agonia mediática de um Papa moribundo.
domingo, março 27, 2005
quinta-feira, março 24, 2005
Mensagem
Por Tu Graal, o blog monárquico considerado pelo extraterrestre e eclético Atmosfera como sendo o mais conspirador e provocador cá do Reino, deseja aos seus leitores, simpatizantes, comentadores, detractores e a todos os outros terreiros de liça da B.L.U.S.A. (Blogosfera Lusa) os votos de uma Páscoa feliz, dentro do possível.
Cuidado com as putas das estradas em mau estado e a condução suicidária das alarves alimárias e aceleradas bestas desencabrestadas que, na sua maioria funcionários públicos excedentários e incompetentes, teimam em desrespeitar tudo o que tenha a ver com limites, sejam eles de velocidade ou litragem trotílica.
Ide em paz e que o bom senso vos acompanhe, carago.
Cuidado com as putas das estradas em mau estado e a condução suicidária das alarves alimárias e aceleradas bestas desencabrestadas que, na sua maioria funcionários públicos excedentários e incompetentes, teimam em desrespeitar tudo o que tenha a ver com limites, sejam eles de velocidade ou litragem trotílica.
Ide em paz e que o bom senso vos acompanhe, carago.
quarta-feira, março 23, 2005
terça-feira, março 22, 2005
segunda-feira, março 21, 2005
Sócrates no Parlamento
Refere a importância fundamental da criação de uma lei da água.
Completamente de acordo.
Portugal precisa de uma lei que obrigue a chover todos os invernos.
Completamente de acordo.
Portugal precisa de uma lei que obrigue a chover todos os invernos.
domingo, março 20, 2005
Deprimente
Deprimente a insistência em eleger Pedro Santana Lopes como único assunto de discussão, de conversa e de escrita nas páginas dos jornais, noticiários, blogs etc., desta república seca, pobre, invejosa e malcriada em que se tornou o Reino de Portugal.
Se a salganhada que começou com a demagogicamente encurtada cerimónia de tomada de posse do governo de José Sócrates, passando pela incontinência verbal do secretário de Estado das Finanças, na sequência de afirmações do póprio Ministro das Finanças, seguida da intempestiva intervenção ingerente do Governador do Banco de Portugal, incluindo o patético apelo à organização do Estado feito pelo seu próprio Chefe dissertando no alentejo sobre incêndios e a acabar na cegada da Bombardier tivesse acontecido durante o governo anterior já teriam caído Carmo, Trindade, Chiado, Camões, Restauradores, Rossio e o camandro.
No entanto tudo isto aconteceu durante a última semana e o único assunto de que Vasco Pulido Valente, por exemplo, se lembrou para dissecar na última página do Público de hoje foi o regresso de Pedro Santana Lopes à Câmara de Lisboa.
É, apenas e só, profundamente deprimente.
Eu explico: Qualquer governo saído da deserção de Barroso para Bruxelas, qualquer um, seria perseguido até cair. Quanto mais quando os trompeteiros que tocam a carga são, eles próprios, membros do aparelho do partido do governo. Quem quer que fosse que chefiasse esse governo tornado refém da re-organização do partido do Presidente da República pelo próprio Barroso (que fez questão em assegurar ao Presidente Sampaio que só aceitaria o cargo de Presidente da Comissão Europeia se Sampaio lhe garantisse que não convocaria eleições) ficaria com a sua imagem política em muito mau estado. Politicamente hábil, há que reconhecê-lo, foi a gestão que o Presidente da República fez da situação: o objectivo da maioria absoluta seria conseguido mais tarde, a seguir ao Verão. Nunca com Ferro Rodrigues como secretário geral do partido.
O objectivo era só um : a recuperação do poder pelo Partido Socialista com maioria absoluta.
No entanto, as medidas de austeridade que o governo implementará terão o seu preço político tanto nas autárquicas como nas presidenciais. Se o candidato do PS não ganhar as presidenciais, o partido socialista pode tirar o cavalinho da chuva no que respeita a cumprir uma legislativa que seja.
O precedente foi aberto com Sampaio: desgastado com o descontentamento provocado pela implementação de medidas impopulares o partido socialista será apeado do poder pelo próximo Presidente da República Aníbal Cavaco Silva que, entre duas dentadas numa fatia de pão-de-ló de Alfeizarão, anunciará ao país a demissão do Primeiro Ministro e a dissolução do Parlamento.
Tão deprimentemente previsível.
Se a salganhada que começou com a demagogicamente encurtada cerimónia de tomada de posse do governo de José Sócrates, passando pela incontinência verbal do secretário de Estado das Finanças, na sequência de afirmações do póprio Ministro das Finanças, seguida da intempestiva intervenção ingerente do Governador do Banco de Portugal, incluindo o patético apelo à organização do Estado feito pelo seu próprio Chefe dissertando no alentejo sobre incêndios e a acabar na cegada da Bombardier tivesse acontecido durante o governo anterior já teriam caído Carmo, Trindade, Chiado, Camões, Restauradores, Rossio e o camandro.
No entanto tudo isto aconteceu durante a última semana e o único assunto de que Vasco Pulido Valente, por exemplo, se lembrou para dissecar na última página do Público de hoje foi o regresso de Pedro Santana Lopes à Câmara de Lisboa.
É, apenas e só, profundamente deprimente.
Eu explico: Qualquer governo saído da deserção de Barroso para Bruxelas, qualquer um, seria perseguido até cair. Quanto mais quando os trompeteiros que tocam a carga são, eles próprios, membros do aparelho do partido do governo. Quem quer que fosse que chefiasse esse governo tornado refém da re-organização do partido do Presidente da República pelo próprio Barroso (que fez questão em assegurar ao Presidente Sampaio que só aceitaria o cargo de Presidente da Comissão Europeia se Sampaio lhe garantisse que não convocaria eleições) ficaria com a sua imagem política em muito mau estado. Politicamente hábil, há que reconhecê-lo, foi a gestão que o Presidente da República fez da situação: o objectivo da maioria absoluta seria conseguido mais tarde, a seguir ao Verão. Nunca com Ferro Rodrigues como secretário geral do partido.
O objectivo era só um : a recuperação do poder pelo Partido Socialista com maioria absoluta.
No entanto, as medidas de austeridade que o governo implementará terão o seu preço político tanto nas autárquicas como nas presidenciais. Se o candidato do PS não ganhar as presidenciais, o partido socialista pode tirar o cavalinho da chuva no que respeita a cumprir uma legislativa que seja.
O precedente foi aberto com Sampaio: desgastado com o descontentamento provocado pela implementação de medidas impopulares o partido socialista será apeado do poder pelo próximo Presidente da República Aníbal Cavaco Silva que, entre duas dentadas numa fatia de pão-de-ló de Alfeizarão, anunciará ao país a demissão do Primeiro Ministro e a dissolução do Parlamento.
Tão deprimentemente previsível.
sexta-feira, março 18, 2005
Deambulações
Em mais uma deambulação pelos blogs do Reino, apetece-me salientar o post do Aba de Heisenberg sobre o aproveitamento da eleboração cada vez mais sofisticada de técnicas anti-spam ao serviço do combate à SIDA (a velocidade das mutações do vírus do HIV pressupõe no entanto a obediência a um determinado padrão cuja sequência se poderá prever a médio prazo).
Escrevendo sobre a abertura para breve da Exposição Internacional de 2005 em Aichi no Japão, Daniel Carrapa em [a barriga de um arquitecto] chama a atenção para a modesta participação de Portugal no evento, não dispondo sequer de um website.
Sabendo-se da importância histórica que Portugal desempenhou na abertura do Japão ao Ocidente, na contribuição que deu para a própria língua japonesa, da admiração e respeito que ainda hoje os japoneses nutrem por Portugal, é imperdoável que a representação portuguesa no evento se reduza a um modesto pavilhão, sem um website sequer. Decididamente a República não é digna do país que representa, muito menos da sua História.
Daniel Carrapa sugere-nos ainda uma visita ao website espanhol (esses ao menos não têm "Medo de Existir" nem vergonha da sua História) e ao inglês, onde uma curiosa salamandra interactiva se envolve em negaças e arremessos ao cursor do rato do incauto visitante.
Escrevendo sobre a abertura para breve da Exposição Internacional de 2005 em Aichi no Japão, Daniel Carrapa em [a barriga de um arquitecto] chama a atenção para a modesta participação de Portugal no evento, não dispondo sequer de um website.
Sabendo-se da importância histórica que Portugal desempenhou na abertura do Japão ao Ocidente, na contribuição que deu para a própria língua japonesa, da admiração e respeito que ainda hoje os japoneses nutrem por Portugal, é imperdoável que a representação portuguesa no evento se reduza a um modesto pavilhão, sem um website sequer. Decididamente a República não é digna do país que representa, muito menos da sua História.
Daniel Carrapa sugere-nos ainda uma visita ao website espanhol (esses ao menos não têm "Medo de Existir" nem vergonha da sua História) e ao inglês, onde uma curiosa salamandra interactiva se envolve em negaças e arremessos ao cursor do rato do incauto visitante.
quinta-feira, março 17, 2005
Solução?

Pireliófero
A "Máquina" idealizada e construída pelo Padre Himalaya, que impressionou na Exposição Mundial de St. Louis em 1904 ao fundir pedra em segundos, poderia ser utilizada na evaporação maciça de toneladas de água salgada processando-se por arrefecimento natural a sua posterior condensação obtendo-se desse modo água doce para rega?
Ou será um disparate completo?
Seca
quarta-feira, março 16, 2005
Inércias
A Igreja de Roma demorou mais de um ano a tomar uma posição oficial relativamente ao romance de Dan Brown O Código Da Vinci.
Vinte milhões de leitores em pouco mais de um ano é um número a ter em conta.
Atendendo ao tempo de reacção normal da Igreja de Roma face aos impulsos evolutivos e aprendizagens várias desta humanidade pecadora ao longo dos tempos podemos considerar que esta foi uma reação relâmpago comportando por isso uma inércia curta, práticamente inexistente.
Paquidérmica é no entanto a reacção da intelectualidade indígena (liderada pelo fundamentalismo anti-religioso-da-esquerda-republicana-totalitária) que só agora reage à opinião de terceiros sobre um livro que desconhece em absoluto (a intelectualidade nacional NÃO lê nem comenta "livros de aeroporto") adoptando, numa reacção pavloviana de babanço e abanar de cauda, uma posição de condenação e censura em tudo igual à daqueles que pretende condenar. A não perder.
Entretanto, a proliferação de opiniões, dislates, considerações e "análises" que se farão ouvir provindo das esferas ocas que até agora faziam questão de referir nunca terem lido tal livro, será histórica e digna de registo. Fenómeno imperdível de contornos pavlovianos que irá começar, provavelmente, já hoje.
A inércia da intelectualidade nativa (liderada pela esquizofrenia conspirativa da esquerda) consegue ser francamente superior à da Igreja de Roma.
Vinte milhões de leitores em pouco mais de um ano é um número a ter em conta.
Atendendo ao tempo de reacção normal da Igreja de Roma face aos impulsos evolutivos e aprendizagens várias desta humanidade pecadora ao longo dos tempos podemos considerar que esta foi uma reação relâmpago comportando por isso uma inércia curta, práticamente inexistente.
Paquidérmica é no entanto a reacção da intelectualidade indígena (liderada pelo fundamentalismo anti-religioso-da-esquerda-republicana-totalitária) que só agora reage à opinião de terceiros sobre um livro que desconhece em absoluto (a intelectualidade nacional NÃO lê nem comenta "livros de aeroporto") adoptando, numa reacção pavloviana de babanço e abanar de cauda, uma posição de condenação e censura em tudo igual à daqueles que pretende condenar. A não perder.
Entretanto, a proliferação de opiniões, dislates, considerações e "análises" que se farão ouvir provindo das esferas ocas que até agora faziam questão de referir nunca terem lido tal livro, será histórica e digna de registo. Fenómeno imperdível de contornos pavlovianos que irá começar, provavelmente, já hoje.
A inércia da intelectualidade nativa (liderada pela esquizofrenia conspirativa da esquerda) consegue ser francamente superior à da Igreja de Roma.
terça-feira, março 15, 2005
O lobby farmacêutico
Mantém-se firme.
Em Portugal só os licenciados em Farmácia podem aspirar a ser proprietários de uma Farmácia.
Pelo andar da carruagem qualquer dia para se ter uma mercearia tem que se ser licenciado em Agronomia...
Em Portugal só os licenciados em Farmácia podem aspirar a ser proprietários de uma Farmácia.
Pelo andar da carruagem qualquer dia para se ter uma mercearia tem que se ser licenciado em Agronomia...
SCUT para todos
E aumentos de preços também.
O Governador do Banco de Portugal, Dr. Vítor Constâncio, anunciou publicamente que a unica forma de se conseguir fazer face às despesas de conservação da rede viária nacional será recorrendo ao aumento dos impostos sobre veículos e combustíveis, o que trará por arrasto o aumento do preço dos passes e bilhetes dos transportes públicos utilizados na sua maioria por idosos e pessoas de menores recursos financeiros. Tudo para que quem passe nas SCUT passe feliz. E sem pagar.
O Governador do Banco de Portugal, Dr. Vítor Constâncio, anunciou publicamente que a unica forma de se conseguir fazer face às despesas de conservação da rede viária nacional será recorrendo ao aumento dos impostos sobre veículos e combustíveis, o que trará por arrasto o aumento do preço dos passes e bilhetes dos transportes públicos utilizados na sua maioria por idosos e pessoas de menores recursos financeiros. Tudo para que quem passe nas SCUT passe feliz. E sem pagar.
A festa da Moviflor
É deprimente a perseguição de que Santana Lopes vem sendo alvo.
Não há sítio a que vá, atitude que tenha, peido que dê que não tenha os mass-mérdia à perna quais tubarões no rasto de baleias menstruadas.
Acabando de ouvir as conclusões de Sousa Tavares sobre o regresso de Pedro Santana Lopes à Câmara de Lisboa constato que o nível a que se pode descer para espezinhar um adversário derrotado pode descer sempre um pouco mais em cada dia que passa.
É espantoso o alarido e o sururu que ressoa pelos mass-mérdia relativamente à "indefinição" da posição de Santana Lopes recuperar ou não o cargo de Presidente da Câmara Municipal de Lisboa e o atraso gravíssimo que isso traz às inadiávies e urgentes decisões que a Câmara tem que tomar, quando comparado com o shiu cúmplice que acompanhou o silêncio do Presidente da República e que decorreu entre o anúncio da dissolução do Parlamento e a sua efectivação.
É a festa da Moviflor no seu pior.
O que nos vale é que toda a gente está agradavelmente surpreendida com este novo governo.
Toda a gente, repete na TVI Sousa Tavares, enquanto se desvia dos dentes (riscados pelos brincos) de Manuela Moura Guedes.
Nota - Qualquer governo que fosse constituído após a saída de Barroso para a Presidência da Comissão Europeia estaria condenado à partida. Mesmo se fosse liderado por Manuela Ferreira Leite. Era só e apenas uma questão de reorganiazção da chefia do partido do Presidente da República. Tudo o resto é conversa.
Não há sítio a que vá, atitude que tenha, peido que dê que não tenha os mass-mérdia à perna quais tubarões no rasto de baleias menstruadas.
Acabando de ouvir as conclusões de Sousa Tavares sobre o regresso de Pedro Santana Lopes à Câmara de Lisboa constato que o nível a que se pode descer para espezinhar um adversário derrotado pode descer sempre um pouco mais em cada dia que passa.
É espantoso o alarido e o sururu que ressoa pelos mass-mérdia relativamente à "indefinição" da posição de Santana Lopes recuperar ou não o cargo de Presidente da Câmara Municipal de Lisboa e o atraso gravíssimo que isso traz às inadiávies e urgentes decisões que a Câmara tem que tomar, quando comparado com o shiu cúmplice que acompanhou o silêncio do Presidente da República e que decorreu entre o anúncio da dissolução do Parlamento e a sua efectivação.
É a festa da Moviflor no seu pior.
O que nos vale é que toda a gente está agradavelmente surpreendida com este novo governo.
Toda a gente, repete na TVI Sousa Tavares, enquanto se desvia dos dentes (riscados pelos brincos) de Manuela Moura Guedes.
Nota - Qualquer governo que fosse constituído após a saída de Barroso para a Presidência da Comissão Europeia estaria condenado à partida. Mesmo se fosse liderado por Manuela Ferreira Leite. Era só e apenas uma questão de reorganiazção da chefia do partido do Presidente da República. Tudo o resto é conversa.
20 de Julho de 2006
Será a data do primeiro Grande Salto.
Cerca de 600.000.000 de seres humanos saltarão ao mesmo tempo no hemisfério Norte, o que fará com que a órbita da Terra se altere arrastando com isso benéficas alterações a nível climático e de duração dos dias. Se calhar até a desviarão de um provável e funesto impacto de um qualquer cometa destrambelhado. Vejam como aqui.
Foi no Local & Blogal que descobri esta história.
Cerca de 600.000.000 de seres humanos saltarão ao mesmo tempo no hemisfério Norte, o que fará com que a órbita da Terra se altere arrastando com isso benéficas alterações a nível climático e de duração dos dias. Se calhar até a desviarão de um provável e funesto impacto de um qualquer cometa destrambelhado. Vejam como aqui.
Foi no Local & Blogal que descobri esta história.
Talk Back
Bush já ligou a Sócrates a sossegá-lo relativamente ao dislate do seu Secretário de Estado linguareiro. Recomendou-lhe, inclusivamente, que admoestasse com veemência o governo no seu conjunto para que dislates proferidos com alacridade e ligeireza fossem evitados de futuro.
Sócrates aquiesceu.
Sócrates aquiesceu.
segunda-feira, março 14, 2005
Portugal? Que se queime!
A falta de um plano nacional de combate aos incêndios florestais conduzirá, inexoravelmente, ao reacender dos incêndios que se extinguiram em 2004.
Ninguém parece muito preocupado com isso.
O trabalho da autoria de Pedro Almeida Vieira, publicado numa Grande Reportagem de Agosto de 2004 e aqui transcrito na integra, aponta a solução que a Andaluzia adoptou para combater os incêndios florestais, numa área sensivelmente igual à de Portugal Continental. E tem resultado:
Desde 1995 que o total de área ardida na Andaluzia é inferior ao que chegou a arder em um só dia em Portugal nos fogos que deflagraram entre 2002 e 2005!
Ninguém parece muito preocupado com isso. Os sapadores de Castelo Branco estão à beira da extinção, por exemplo. Não há dinheiro, dizem.
Quando, a seguir ao próximo Verão, o pelouro da REN e da RAN passar para as mãos das autarquias a pretexto da "ineficácia" da sua presente gestão sendo essa uma das "razões" da sua destruição pelos incêndios, etc., , então será tarde.
Os autarcas, esses, poderão refazer os PDM a seu belprazer, depredando as florestas de cada concelho como bem entenderem, concedendo licenças de construção a torto e a direito, sacrificando a gestão de um património colectivo insubstituível ao asfalto, ao betão, à ignorância e à estupidez.
A República, ufana, exulta.
Ninguém parece muito preocupado com isso.
O trabalho da autoria de Pedro Almeida Vieira, publicado numa Grande Reportagem de Agosto de 2004 e aqui transcrito na integra, aponta a solução que a Andaluzia adoptou para combater os incêndios florestais, numa área sensivelmente igual à de Portugal Continental. E tem resultado:
Desde 1995 que o total de área ardida na Andaluzia é inferior ao que chegou a arder em um só dia em Portugal nos fogos que deflagraram entre 2002 e 2005!
Ninguém parece muito preocupado com isso. Os sapadores de Castelo Branco estão à beira da extinção, por exemplo. Não há dinheiro, dizem.
Quando, a seguir ao próximo Verão, o pelouro da REN e da RAN passar para as mãos das autarquias a pretexto da "ineficácia" da sua presente gestão sendo essa uma das "razões" da sua destruição pelos incêndios, etc., , então será tarde.
Os autarcas, esses, poderão refazer os PDM a seu belprazer, depredando as florestas de cada concelho como bem entenderem, concedendo licenças de construção a torto e a direito, sacrificando a gestão de um património colectivo insubstituível ao asfalto, ao betão, à ignorância e à estupidez.
A República, ufana, exulta.
100.000.000
É o número de empregos que terão que ser criados no médio oriente durante os próximos 15 anos.
O despertar do Dragão
O Congresso Chinês aprovou a intervenção militar em Taiwan, caso os independentistas prossigam com as suas intenções.
sexta-feira, março 11, 2005
Desnorte
Os portugueses desconfiam seriamente que estão a ser enganados.
Pelo que li nos links deste post do Aviz, a palavra Portugal (ou será portugal?) foi a mais procurada nos acessos à internet cá do Reino no passado ano de 2004.
O povo quer ter a certeza de que o seu país não é noutro continente ou planeta qualquer.
Então vá de cacetada tecnológica e vá de pôr as fuças desses browsers perdigueiros à procura.
Pelo que li nos links deste post do Aviz, a palavra Portugal (ou será portugal?) foi a mais procurada nos acessos à internet cá do Reino no passado ano de 2004.
O povo quer ter a certeza de que o seu país não é noutro continente ou planeta qualquer.
Então vá de cacetada tecnológica e vá de pôr as fuças desses browsers perdigueiros à procura.
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