
Afinal aconteceu! A discrepância de tempo entre o movimento do 1º Ministro a accionar o detonador e a implosão das torres de Tróia foi realidade. Soube-o
aqui em primeira mão e confirmei-o em seguida
aqui.
A associação imediata que senti ao ver a preparação da coisa e os funestos resultados dos ACME
supplies nos
gags do
beep-beep e do
coyote ganhou os contornos de uma verosimilhança indesmentível.
Uma vez que não passou tudo de uma grandessissima treta, presume-se que a simulação poderia ter sido feita de mil maneiras imagináveis (*) . Ou seja, barrete por barrete, Sócrates poderia ter
1. Soprado as velas de um bolo de anos.
2. Dado um salto pró ar.
3. Arreado um estalo na fronha do Belmiro.
4. Exibido um monumental manguito em directo.
5. Tapado a cara.
6. Osculado efusiva e repenicadamente as emaciadas faces de Belmiro.
7. Soltado uma sinistra gargalhada.
8. Saltado para o colo do ex-Presidente da República, general Ramalho Eanes. (**)
no preciso instante em que as torres implodiam.
Ou seja, poderia ter associado ao acto da implosão das torres uma qualquer actividade lúdica momentânea, um gesto inesperado e prenhe de significados ocultos que servisse de pasto
às bestas pactuantes da nossa imprensa e comunicação social, sempre carentes de actos simbólicos onde possam dar largas às suas necessidades locubrativas, especulativas, adivinhas de conspirações maquiavélicas secretas. Mas não. Preferiu, deliberadamente, tentar enganar as gentes do país que se comprometeu governar. Saiu-lhe o tiro pela culatra. Sócrates e os pactuantes "profissionais" da comunicação social indígena revelaram-se autênticos produtos ACME. Que se exportem de imediato, ouso sugerir, e de preferência para o feudo de George W., ele próprio grande apreciador de
perús de plástico.
(*) Aceitam-se sugestões por parte de eventuais leitores.
(**) Continuam-se a aceitar sugestões por parte de eventuais leitores.