Teorema
Tese: Pianos = Chatos
Demonstração:
Pianos = Pi + anos
Pi + anos = Pi + ânus
Ânus = Olhos do cú
Logo: Pi + anos = Pi + olhos do cú = Piolhos do cú = Chatos
segunda-feira, junho 04, 2007
Da Língua Portuguesa e outros
Parece que aquilo estava escrito nos enunciados dos próprios testes de Língua Portuguesa.
Aquilo era o que se pode interpretar como "Se quiserem cagar nos erros tá-se bem ca malta liga beca a essas merdas".
Para bom entendedor meia palavra basta. Para a geração "tá-se", de polegares hiperdesenvolvidos e vocabulário reduzido, meia letra basta.
Há que desencefalar as hostes, analfabetizar os nativos, convertê-los numa chusma de zombies de auricular atarrachado ao crânio portadores de cartão único. E pô-los a votar.
Sugestão para um dois em um : abrir a "Época Oficial dos Incêndios" fazendo-a coincidir com o "Dia da Árvore".
Da mesma maneira que nunca se soube quem andou com pézinhos de lã a comprar terrenos na orla da barragem do Alqueva nos últimos anos (e que foi depois choruda e lacrimejantemente indemnizado) jamais se saberá quem tem andado a fazer o mesmo pelas bandas da OTA.
Não basta aos povos lerem e entenderem a experiência de outros povos para rejeitarem liminarmente determinados regimes e ideologias. Como é normal, infelizmente devido a vicissitudes várias, esses povos são amplamente analfabetos e intrínsecamente iliteratos tendo que provar primeiro da gamela para se arrependerem depois. Os que forem a tempo.
Veja-se os apoiantes de Chávez, por exemplo.
Verdadeiros Porta-Chávez.
Luís Filipe Scolari não gostou de ouvir os "Olés" gritados pelo público português presente no último Bélgica-Portugal. Das três uma: ou não gosta de touradas ou não gosta do público português ou anda armado em parvo.
Definição de República: regime que, entre outras coisas, permite que um arguido em casos de pedofilia se torne juiz enquanto impede que arguidos em casos de corrupção se candidatem a Presidentes de Câmara.
Aquilo era o que se pode interpretar como "Se quiserem cagar nos erros tá-se bem ca malta liga beca a essas merdas".
Para bom entendedor meia palavra basta. Para a geração "tá-se", de polegares hiperdesenvolvidos e vocabulário reduzido, meia letra basta.
Há que desencefalar as hostes, analfabetizar os nativos, convertê-los numa chusma de zombies de auricular atarrachado ao crânio portadores de cartão único. E pô-los a votar.
Sugestão para um dois em um : abrir a "Época Oficial dos Incêndios" fazendo-a coincidir com o "Dia da Árvore".
Da mesma maneira que nunca se soube quem andou com pézinhos de lã a comprar terrenos na orla da barragem do Alqueva nos últimos anos (e que foi depois choruda e lacrimejantemente indemnizado) jamais se saberá quem tem andado a fazer o mesmo pelas bandas da OTA.
Não basta aos povos lerem e entenderem a experiência de outros povos para rejeitarem liminarmente determinados regimes e ideologias. Como é normal, infelizmente devido a vicissitudes várias, esses povos são amplamente analfabetos e intrínsecamente iliteratos tendo que provar primeiro da gamela para se arrependerem depois. Os que forem a tempo.
Veja-se os apoiantes de Chávez, por exemplo.
Verdadeiros Porta-Chávez.
Luís Filipe Scolari não gostou de ouvir os "Olés" gritados pelo público português presente no último Bélgica-Portugal. Das três uma: ou não gosta de touradas ou não gosta do público português ou anda armado em parvo.
Definição de República: regime que, entre outras coisas, permite que um arguido em casos de pedofilia se torne juiz enquanto impede que arguidos em casos de corrupção se candidatem a Presidentes de Câmara.
sexta-feira, maio 25, 2007
E vão 7
JAMÉÉÉ!
Baliu o ministro e toda a gente ouviu.
Um tique albicastrense? À Castelo Branco? Talvez.
Vai-se a ver e na próxima exibe-se depilado, sobrancelhas aparadas e sapatinhos de crescer, de salto alto.
Se calhar.
Mas o ministro continua.
Do outro lado do mar, Jardim reduz a zero qualquer oposição com menos de cinco ou quatro ou três deputados. Expulsa-os. Tira-lhes o assento. E o acento.
Mas Jardim continua com assento e acento. Lá, na Madeira, e cá na piolheira, no Conselho de Estado.
É a República, a coisa, no seu melhor.
Imagine-se o que seria no seu pior.
Baliu o ministro e toda a gente ouviu.
Um tique albicastrense? À Castelo Branco? Talvez.
Vai-se a ver e na próxima exibe-se depilado, sobrancelhas aparadas e sapatinhos de crescer, de salto alto.
Se calhar.
Mas o ministro continua.
Do outro lado do mar, Jardim reduz a zero qualquer oposição com menos de cinco ou quatro ou três deputados. Expulsa-os. Tira-lhes o assento. E o acento.
Mas Jardim continua com assento e acento. Lá, na Madeira, e cá na piolheira, no Conselho de Estado.
É a República, a coisa, no seu melhor.
Imagine-se o que seria no seu pior.
Liberdade de quê?
Um professor de inglês (técnico? talvez) foi suspenso por ter dito um chiste, um remoque uma graçola sobre O Primeiro Ministro De Portugal.
Indignam-se as hostes. Descabelam-se furiosos os indígenas em espasmos de indignação. "É um atentado à liberdade de expressão", vocifera a nomenklatura ultrajada. Pois é. E depois?
Um dia destes ainda se lembram de atentar contra a liberdade de impressão.
Aí é que vão ser elas.
O sorriso de Portas
Desapareceu.
Há meses atrás era luminoso, cintilante, encadeante e, quiçá, cegante.
Agora não.
É bem patente o esforço com que, ginasticando ao limite a beiça superior, se esforça por ocultar o brilho resplandescente, autêntica cascata de luz, daquele sorriso sempre que uma Câmara se lhe atravessa na rota.
Agora percebo a minha sogra que, numa mafona de nubente, se desmultiplicava em manobras e rodopios à procura dos óculos escuros sempre que a Sancha dizia "Mãe, vai falar o Portas".
Resultado das investidas do Gato Fedorento? Talvez.
PPM.
Gonçalo da Câmara Pereira, eleito na Câmara de Arronches, candidata-se a Presidente da Câmara de Lisboa.
Para o ano, se calhar, candidata-se a espantalho num pomar.
De pêras.
BE.
Sá Fernandes, o candidato independente do Bloco de esquerda, evoca Ribeiro Telles a torto e a direito.
É obsceno? Não sei.
Mas que tem um não sei quê a ver com as atrocidades inquisitoriais cometidas pela Igreja em nome de Deus e as barbaridades taliban em nome de Alá, lá isso tem.
O Sol.
Não dá brindes? Não compro.
Constança Cunha e Sá.
Indigna-se no Público de hoje contra a manifesta inacção do Presidente da República.
Duuuhhh...(leia-se dââââââ..............)
Nota: Portugraal, sendo um blog monárquico, jamais pactuará com a calamidade a que o RREC (Regime Republicano Em Curso) vem encharcando esta terra a que, um dia há muitos anos, chamaram Portugal.
Um professor de inglês (técnico? talvez) foi suspenso por ter dito um chiste, um remoque uma graçola sobre O Primeiro Ministro De Portugal.
Indignam-se as hostes. Descabelam-se furiosos os indígenas em espasmos de indignação. "É um atentado à liberdade de expressão", vocifera a nomenklatura ultrajada. Pois é. E depois?
Um dia destes ainda se lembram de atentar contra a liberdade de impressão.
Aí é que vão ser elas.
O sorriso de Portas
Desapareceu.
Há meses atrás era luminoso, cintilante, encadeante e, quiçá, cegante.
Agora não.
É bem patente o esforço com que, ginasticando ao limite a beiça superior, se esforça por ocultar o brilho resplandescente, autêntica cascata de luz, daquele sorriso sempre que uma Câmara se lhe atravessa na rota.
Agora percebo a minha sogra que, numa mafona de nubente, se desmultiplicava em manobras e rodopios à procura dos óculos escuros sempre que a Sancha dizia "Mãe, vai falar o Portas".
Resultado das investidas do Gato Fedorento? Talvez.
PPM.
Gonçalo da Câmara Pereira, eleito na Câmara de Arronches, candidata-se a Presidente da Câmara de Lisboa.
Para o ano, se calhar, candidata-se a espantalho num pomar.
De pêras.
BE.
Sá Fernandes, o candidato independente do Bloco de esquerda, evoca Ribeiro Telles a torto e a direito.
É obsceno? Não sei.
Mas que tem um não sei quê a ver com as atrocidades inquisitoriais cometidas pela Igreja em nome de Deus e as barbaridades taliban em nome de Alá, lá isso tem.
O Sol.
Não dá brindes? Não compro.
Constança Cunha e Sá.
Indigna-se no Público de hoje contra a manifesta inacção do Presidente da República.
Duuuhhh...(leia-se dââââââ..............)
Nota: Portugraal, sendo um blog monárquico, jamais pactuará com a calamidade a que o RREC (Regime Republicano Em Curso) vem encharcando esta terra a que, um dia há muitos anos, chamaram Portugal.
segunda-feira, abril 23, 2007
Diz que é uma espécie de coiso
- Diz que afinal o Primeiro Ministro não é Engenheiro Civil.
- E então o que é que isso tem? Também não é Filósofo!
- Sócrates?-
- Diz que é nome próprio.-
- E então o que é que isso tem? Também não é Filósofo!
- Sócrates?-
- Diz que é nome próprio.-
domingo, abril 15, 2007
Mais 1
É irresistível.
O país é pequeno, as cabeças pensantes julgam-se poucas e prenhes de jurisprudência e a vontade de perorar sobre códigos de conduta na blogos é indómita.
Quiçá incontinente.
Eis FJV na peugada de JPP(*).
Além de que tenho para mim que a retirada estratégica de caixa de comentários do alcance de mão comentadora é sintomático.
(*) JPP é, como sabem, autor de um blogue de que este terreiro se orgulha de jamais ter linkado.
O país é pequeno, as cabeças pensantes julgam-se poucas e prenhes de jurisprudência e a vontade de perorar sobre códigos de conduta na blogos é indómita.
Quiçá incontinente.
Eis FJV na peugada de JPP(*).
Além de que tenho para mim que a retirada estratégica de caixa de comentários do alcance de mão comentadora é sintomático.
(*) JPP é, como sabem, autor de um blogue de que este terreiro se orgulha de jamais ter linkado.
Obrigado pela ajuda
Acho que consegui exorcisar a praga que infestava aqui o terreiro.
A esta hora deve estar deambulando, descabelando-se aos urros e uivos no imenso limbo blogosferociberinternético ou lá como se chama o sítio.
Obrigado ao Foziber, à Riacho, ao JPG e ao Daniel Carrapa pelas sugestões e pela ajuda.
Segui a pontaria do Daniel e acertei no Geoloc.
Foi tiro e queda.
A esta hora deve estar deambulando, descabelando-se aos urros e uivos no imenso limbo blogosferociberinternético ou lá como se chama o sítio.
Obrigado ao Foziber, à Riacho, ao JPG e ao Daniel Carrapa pelas sugestões e pela ajuda.
Segui a pontaria do Daniel e acertei no Geoloc.
Foi tiro e queda.
terça-feira, abril 10, 2007
Carraças, Carrapatos, Chatos, Pulgas e outros parasitas
De algum tempo a esta parte este blog foi atacado, e permanece sob ataque, por um protozoário ciber estuporado que dá pelo nome de "Mercado Livre". Alojou-se, o cabrão, no canto superior direito deste magnífico layout.
Ou seja, alguém resolveu parasitar aqui o terreiro com reclames e outras merdas a que o autor deste espaço, registe-se, é inteiramente alheio.
Apreciaria com agrado que algum dos meus parcos leitores me fornecesse os meios e providenciasse a técnica cibernáutica necessária e suficiente para que pudesse recambiar este oportunista desescrupulado para o sítio de onde nunca deveria ter saído para me assombrar a existência. Ou seja, o inferno.
Dão-se alvíssaras, sob a forma de empenhadíssimos agradecimentos e , quiçá, um honroso link de primeira água, que é como quem diz, de primeira página, a quem possa ajudar.
Que merda.
Ou seja, alguém resolveu parasitar aqui o terreiro com reclames e outras merdas a que o autor deste espaço, registe-se, é inteiramente alheio.
Apreciaria com agrado que algum dos meus parcos leitores me fornecesse os meios e providenciasse a técnica cibernáutica necessária e suficiente para que pudesse recambiar este oportunista desescrupulado para o sítio de onde nunca deveria ter saído para me assombrar a existência. Ou seja, o inferno.
Dão-se alvíssaras, sob a forma de empenhadíssimos agradecimentos e , quiçá, um honroso link de primeira água, que é como quem diz, de primeira página, a quem possa ajudar.
Que merda.
segunda-feira, março 26, 2007
portugalinho dos pequenininhos
Os portuguezinhos, criaturas timoratas, assustadiças, obedientes e pequeninas, acharam por bem eleger um Mestre-Escola autoritário, ressabiado e sem sentido de humor como o Melhor Português De Todos Os Tempos.
Acho que nem merecem melhor.
Nada a ver com a coragem e determinação dos antepassados que os precederam e que, com muito sangue, suor e lágrimas, fizeram esta Nação.
Quem sai aos seus não degenera, diz o povo, essa grande amálgama de cagaço e impotência.
Talvez não. Mas também não regenera.
Acho que nem merecem melhor.
Nada a ver com a coragem e determinação dos antepassados que os precederam e que, com muito sangue, suor e lágrimas, fizeram esta Nação.
Quem sai aos seus não degenera, diz o povo, essa grande amálgama de cagaço e impotência.
Talvez não. Mas também não regenera.
sexta-feira, março 16, 2007
O homem que fuma extremamente pouco (Cap.II)
- Boa tarde.
- Boa tarde.
- O senhor é que é o homem que fuma extremamente pouco, não é verdade?
- É. Outravez?
- Outravez o quê ?
- Essa pergunta. Já lhe respondi há dias atrás.
- Desculpe mas não me lembro.
- Pois é o que dá.
- É o que dá o quê?
- Isso de se ser jornalista.
- Boa tarde.
- O senhor é que é o homem que fuma extremamente pouco, não é verdade?
- É. Outravez?
- Outravez o quê ?
- Essa pergunta. Já lhe respondi há dias atrás.
- Desculpe mas não me lembro.
- Pois é o que dá.
- É o que dá o quê?
- Isso de se ser jornalista.
Tecnofagia
Não há condições para se postar.
As diferentes "caixas" do texto do post anterior são um capricho do novo blogger.
Uma chatice.
E isso sem falar da transformação dos links em expressões ininteligíveis empestadas de acentos e caracteres em aramaico clássico ou fenício arcaico ou criptografia achinesada aquando da transição do velho blogger para o novo blogger.
Este planeta está a ficar insuportável. Depois de proibirem os foguetes, o álccol, o tabaco, as colheres de pau e os grelhados de carvão na rua fazem-se os arraiais e festas populares com quê? Água do Luso e peixe cozido?
As diferentes "caixas" do texto do post anterior são um capricho do novo blogger.
Uma chatice.
E isso sem falar da transformação dos links em expressões ininteligíveis empestadas de acentos e caracteres em aramaico clássico ou fenício arcaico ou criptografia achinesada aquando da transição do velho blogger para o novo blogger.
Este planeta está a ficar insuportável. Depois de proibirem os foguetes, o álccol, o tabaco, as colheres de pau e os grelhados de carvão na rua fazem-se os arraiais e festas populares com quê? Água do Luso e peixe cozido?
Cidadão encartado

A questão do cartão único vem servindo de pretexto para a que inteligentsia nativa, acoitada em tertúlias, bordéis e lupanares, providos de celestial e incadescente luminosidade intelectual, reaja estridente, como gosta, como cortesã ofendida, dando assim mais um ar da sua graça. Depois de se citarem uns aos outros, os membros da inteligentsia nativa acabam citando-se a si próprios. Todos já tinham previsto a chegada do cartão. Todos já tinham anunciado isso mesmo. E todos aplaudem em segredo. É o fenómeno pescadinha de rabo na boca levado ao seu expoente máximo.Só que em vez de peixe trata-se de um mamífero: o Homo Sapiens Sapiens em autofagia orgásmica.
Cartão único, número único. É a prova, mais uma, em como a Constituição do regime é tão maleável como um junco sob mais leve brisa, sopro, ou bufa, desde que se mantenha imutável o artigo que obriga a que o mesmo seja uma República. A elasticidade desta Constituição e do regime que nela assenta é tal que, comparadas com ela, as cuecas da Bécassine parecem espartilhos.Que o reles indígena seja reduzido a um número, até dá jeito, dizem. Pergunte-se na rua e o povo dirá: “Acho muito bem!” Ou então: “ Já não era sem tempo! Tanto cartão, tanto cartão, tanto cartão para quê ?? Ele é o bê-ii, o passss, o mutibanc o c'rt'ão'd'studant a carta de condução, ou o camandro. Assim só com um cartão é tudo muito mais simples! O verdadeiro simpléksse”.
O povo é assim. Gosta de coisas simples. E que mandem nele. Simplesmente.
Cartão único, número único. É a prova, mais uma, em como a Constituição do regime é tão maleável como um junco sob mais leve brisa, sopro, ou bufa, desde que se mantenha imutável o artigo que obriga a que o mesmo seja uma República. A elasticidade desta Constituição e do regime que nela assenta é tal que, comparadas com ela, as cuecas da Bécassine parecem espartilhos.Que o reles indígena seja reduzido a um número, até dá jeito, dizem. Pergunte-se na rua e o povo dirá: “Acho muito bem!” Ou então: “ Já não era sem tempo! Tanto cartão, tanto cartão, tanto cartão para quê ?? Ele é o bê-ii, o passss, o mutibanc o c'rt'ão'd'studant a carta de condução, ou o camandro. Assim só com um cartão é tudo muito mais simples! O verdadeiro simpléksse”.
O povo é assim. Gosta de coisas simples. E que mandem nele. Simplesmente.
sábado, março 03, 2007
O homem que fuma extremamente pouco
- Boa tarde.-
- Boa tarde.
- O senhor é que é o homem que fuma extremamente pouco, não é verdade?-
- É.-
- Como é que se sente com esta nova lei que proíbe que se fume em lugares públicos, restaurantes e bares com menos de cem metros quadrados, etc.
- Sinto-me profundamente discriminado. Acho uma injustiça.
- Ora essa! Então sendo o senhor uma pessoa que fuma extremamente pouco deveria estar-se, como é que hei-de dizer, completamente nas tintas para isso, não lhe parece?
- Não. Claro que não. Eu fumo cerca de, mais ou menos a quantia aproximada de dois ou um cigarro por ano. Imagine que num certo dia estou num local desses onde é proibido fumar. Imagine que é precisamente nesse dia e nessa altura que me apetece fumar um cigarro. Não posso! Só por causa dessa lei! Acho isso uma injustiça.
- Eu acho essa merda toda uma parvoíce do camandro.
- Desculpe, mas quem é o senhor ?
- Eu ? Eu ia a passar por aqui e comecei a assistir a esta entrevista e acho isso tudo uma parvoíce do camandro.
- Isso o quê?
- Isso tudo. Você, o microfone, a cara de parvo do gajo que fuma extremamente pouco e a puta que os pariu aos dois.
- ...-
- Boa tarde.
- O senhor é que é o homem que fuma extremamente pouco, não é verdade?-
- É.-
- Como é que se sente com esta nova lei que proíbe que se fume em lugares públicos, restaurantes e bares com menos de cem metros quadrados, etc.
- Sinto-me profundamente discriminado. Acho uma injustiça.
- Ora essa! Então sendo o senhor uma pessoa que fuma extremamente pouco deveria estar-se, como é que hei-de dizer, completamente nas tintas para isso, não lhe parece?
- Não. Claro que não. Eu fumo cerca de, mais ou menos a quantia aproximada de dois ou um cigarro por ano. Imagine que num certo dia estou num local desses onde é proibido fumar. Imagine que é precisamente nesse dia e nessa altura que me apetece fumar um cigarro. Não posso! Só por causa dessa lei! Acho isso uma injustiça.
- Eu acho essa merda toda uma parvoíce do camandro.
- Desculpe, mas quem é o senhor ?
- Eu ? Eu ia a passar por aqui e comecei a assistir a esta entrevista e acho isso tudo uma parvoíce do camandro.
- Isso o quê?
- Isso tudo. Você, o microfone, a cara de parvo do gajo que fuma extremamente pouco e a puta que os pariu aos dois.
- ...-
quarta-feira, fevereiro 21, 2007
Um post tipo Jerry Seinfeld
Já repararam nos carros que, de vez em quando, estão expostos nos centros comerciais?
Geralmente nem são modelos novos, muitas vezes até são carros usados. Dizem -Olha-me aquela bomba!- Aproximam-se lentamente e miram-no como se estivessem a ver um protótipo de OVNI recém aterrado. Rodeiam-no, andam à volta dele, apontam para as rodas, espreitam lá para dentro, tocam-lhe, afagam-no, retiram folhetos informativos pejados de erros ortográficos e guardam-nos cuidadosamente, fazem perguntas parvas. Para quê? Podiam simplesmente dar uma volta pelo parque de estacionamento do Centro Comercial e viam não um mas dezenas de carros muitos deles iguais ao que está exposto e muitos outros diferentes! Mas não. Há qualquer coisa indefenível que as atrai para verem AQUELE carro. Como varejeiras à volta de uma carcaça.
Geralmente nem são modelos novos, muitas vezes até são carros usados. Dizem -Olha-me aquela bomba!- Aproximam-se lentamente e miram-no como se estivessem a ver um protótipo de OVNI recém aterrado. Rodeiam-no, andam à volta dele, apontam para as rodas, espreitam lá para dentro, tocam-lhe, afagam-no, retiram folhetos informativos pejados de erros ortográficos e guardam-nos cuidadosamente, fazem perguntas parvas. Para quê? Podiam simplesmente dar uma volta pelo parque de estacionamento do Centro Comercial e viam não um mas dezenas de carros muitos deles iguais ao que está exposto e muitos outros diferentes! Mas não. Há qualquer coisa indefenível que as atrai para verem AQUELE carro. Como varejeiras à volta de uma carcaça.
Notícias.
Uma boa notícia:
Alberto João Jardim demitiu-se.
Uma má notícia:
Alberto João Jardim vai-se recandidatar.
Uma péssima notícia:
Alberto João Jardim vai voltar a ganhar as eleições.
Alberto João Jardim demitiu-se.
Uma má notícia:
Alberto João Jardim vai-se recandidatar.
Uma péssima notícia:
Alberto João Jardim vai voltar a ganhar as eleições.
Um Rei!
Em Vila Pouca de Aguiar o desespero fez com que o Presidente da Câmara escrevesse ao Rei da Noruega.
O desnorte a que a república nos conduziu é total.
Primeiro fecham as escolas. Depois as maternidades. Agora os centros de urgência regionais.
Sócrates e a nomenklatura republicana que continuem desenterrando o maior número possível de "causas fracturantes" que entretenham os massmérdia (CFA dixit) na sua predação incontinente. E não faltam sugestões: desde a IVG (este já foi) ao TGV, passando pelo matrimónio gay, pela adopção gay, via eutanásia, rumando ao aeroporto da Ota, etc., e o camandro.
Senão...o santo povo português ainda se põe a pensar em coisas estranhas e obstrusas tais como as inexistentes razões de ser de um regime tão empenhado, que está, em arruinar as gentes a que se impôs.
E não me venham com as tretas do costume que monarquia é sinónimo de reaccionarismo, de extrema direita, de coisa do passado, anacronismo, etc.; Monarquia é, cada vez mais, a alternativa, ilegalizada por uma Constituição proto fascista de regime único, empenhada no futuro de Portugal. Como o foi, quando o viu nascer, em 5 de Outubro de 1143.
O desnorte a que a república nos conduziu é total.
Primeiro fecham as escolas. Depois as maternidades. Agora os centros de urgência regionais.
Sócrates e a nomenklatura republicana que continuem desenterrando o maior número possível de "causas fracturantes" que entretenham os massmérdia (CFA dixit) na sua predação incontinente. E não faltam sugestões: desde a IVG (este já foi) ao TGV, passando pelo matrimónio gay, pela adopção gay, via eutanásia, rumando ao aeroporto da Ota, etc., e o camandro.
Senão...o santo povo português ainda se põe a pensar em coisas estranhas e obstrusas tais como as inexistentes razões de ser de um regime tão empenhado, que está, em arruinar as gentes a que se impôs.
E não me venham com as tretas do costume que monarquia é sinónimo de reaccionarismo, de extrema direita, de coisa do passado, anacronismo, etc.; Monarquia é, cada vez mais, a alternativa, ilegalizada por uma Constituição proto fascista de regime único, empenhada no futuro de Portugal. Como o foi, quando o viu nascer, em 5 de Outubro de 1143.
segunda-feira, fevereiro 05, 2007
A verdade é esta
Escreveu-a Vasco Pulido Valente na passada 6ªfeira no Público:
No próximo dia 11 de Fevereiro referendar-se-à o fim, ou não, do aborto clandestino.
No próximo dia 11 de Fevereiro referendar-se-à o fim, ou não, do aborto clandestino.
sábado, fevereiro 03, 2007
Sentido de Estado
Ana Gomes partiu a loiça toda ao insistir que a cedência, pelo Governo de Portugal, de aeroportos para o escalonamento de prisioneiros da CIA a caminho dos tegúrios a que se destinavam não dava grande exemplo do que é o Sentido de Estado. A nomenklatura republicana acha o contrário: que Ana Gomes ao denunciar isso é que demonstra grande falta do Sentido de Estado.
Há mais: Manuel Pinho disse alto na China o que se resmunga em surdina pelos becos cá do terreiro: que a maior competividade indígena reside nos baixos salários e que um dos travões ao deslizar eficaz dessa bendita competividade reside na acção reaccionária dos sindicatos. Pinho passou de imediato a constituir mais um número na lista negra da nomenklatura republicana. A dos que não têm o tal Sentido de Estado, ao dar a imagem de Portugal como sendo um país terceiro mundista. Como se não bastasse uma incursão atenta pelo território para se constatar o óbvio: noventa e seis anos de República consagraram Portugal no terceiro mundo. E sem retorno.
Eu explico: Sentido de Estado é ser-se coerente. Quem é pelos direitos humanos no café não pode espancar a família quando chega a casa. Qualquer Estado que não invista na educação, formação e qualificação dos seus cidadãos, além de não ter Sentido nenhum, também não tem ponta por onde se lhe pegue. Ao pé disto, qualquer campanha de regime, como a da remoção de simbologia religiosa das salas de aula, não passa de um tique de ecologista com tesão de mijo.
Mas tal Estado existe: Chama-se República Portuguesa.
Mas ainda há mais.
A nomenklatura republicana varre todo o espectro partidário nativo. A indignação contra Ana Gomes e Manuel Pinho veio de todos os quadrantes, desde o PS ao PSD. Por isso digo que questionar o prazo de validade do regime republicano não é uma utopia quixotesca. É um acto legitimado pelos sucessivos fracassos de um regime que, nunca reconhecendo o legítimo direito à propriedade cínicamente consagrado na sua própria Constituição, tudo tem feito para atrasar, retardar e impedir a resolução de questões inadiáveis submetido, como está, ao poder corporativo de meia dúzia de classes profissionais herdado do Estado Novo e obscenamente protegido no pós vinte cinco de Abril. O resto é conversa.
Há mais: Manuel Pinho disse alto na China o que se resmunga em surdina pelos becos cá do terreiro: que a maior competividade indígena reside nos baixos salários e que um dos travões ao deslizar eficaz dessa bendita competividade reside na acção reaccionária dos sindicatos. Pinho passou de imediato a constituir mais um número na lista negra da nomenklatura republicana. A dos que não têm o tal Sentido de Estado, ao dar a imagem de Portugal como sendo um país terceiro mundista. Como se não bastasse uma incursão atenta pelo território para se constatar o óbvio: noventa e seis anos de República consagraram Portugal no terceiro mundo. E sem retorno.
Eu explico: Sentido de Estado é ser-se coerente. Quem é pelos direitos humanos no café não pode espancar a família quando chega a casa. Qualquer Estado que não invista na educação, formação e qualificação dos seus cidadãos, além de não ter Sentido nenhum, também não tem ponta por onde se lhe pegue. Ao pé disto, qualquer campanha de regime, como a da remoção de simbologia religiosa das salas de aula, não passa de um tique de ecologista com tesão de mijo.
Mas tal Estado existe: Chama-se República Portuguesa.
Mas ainda há mais.
A nomenklatura republicana varre todo o espectro partidário nativo. A indignação contra Ana Gomes e Manuel Pinho veio de todos os quadrantes, desde o PS ao PSD. Por isso digo que questionar o prazo de validade do regime republicano não é uma utopia quixotesca. É um acto legitimado pelos sucessivos fracassos de um regime que, nunca reconhecendo o legítimo direito à propriedade cínicamente consagrado na sua própria Constituição, tudo tem feito para atrasar, retardar e impedir a resolução de questões inadiáveis submetido, como está, ao poder corporativo de meia dúzia de classes profissionais herdado do Estado Novo e obscenamente protegido no pós vinte cinco de Abril. O resto é conversa.
quarta-feira, janeiro 31, 2007
Um brinde...
...aos defensores da T.L.E.B.S.
La Lhéngua Mirandesa, doce cumo ua meligrana, guapa i capechana, nun yê de onte, detrasdonte ou trasdontonte mas cunta cun uito séclos de eijistência.
Sien se subreponer a la "lhéngua fidalga i grabe" l Pertués, yê tan nobre cumo eilha ou outra qualquiêra.
Hoije recebiu bida nuôba.
Saliu de l absedo i de l cenceinho an que bibiu tantos anhos. Deixou de s'acrucar, znudou-se de la bargonha, ampimponou-se para, assi, poder bolar, strebolar i çcampar l probenir.
Agarrou l ranhadeiro para abibar l lhume de l'alma i l sangre dun cuôrpo bien sano.
Chena de proua, abriu la puôrta de la sue priêça de casa, puso fincones ne l sou ser, saliu pa las ourriêtas i preinadas..
Lhibre, cumo l reoxenhor i la chelubrina, yá puôde cantar, yá se puôde afirmar.
A la par de l Pertués, a partir de hoije, yê lhuç de Miranda, lhuç de Pertual.
Que é, como quem diz, vão-se ....
(Vá...vá...leiam e classifiquem isto, seus literatos de água doce!)
La Lhéngua Mirandesa, doce cumo ua meligrana, guapa i capechana, nun yê de onte, detrasdonte ou trasdontonte mas cunta cun uito séclos de eijistência.
Sien se subreponer a la "lhéngua fidalga i grabe" l Pertués, yê tan nobre cumo eilha ou outra qualquiêra.
Hoije recebiu bida nuôba.
Saliu de l absedo i de l cenceinho an que bibiu tantos anhos. Deixou de s'acrucar, znudou-se de la bargonha, ampimponou-se para, assi, poder bolar, strebolar i çcampar l probenir.
Agarrou l ranhadeiro para abibar l lhume de l'alma i l sangre dun cuôrpo bien sano.
Chena de proua, abriu la puôrta de la sue priêça de casa, puso fincones ne l sou ser, saliu pa las ourriêtas i preinadas..
Lhibre, cumo l reoxenhor i la chelubrina, yá puôde cantar, yá se puôde afirmar.
A la par de l Pertués, a partir de hoije, yê lhuç de Miranda, lhuç de Pertual.
Que é, como quem diz, vão-se ....
(Vá...vá...leiam e classifiquem isto, seus literatos de água doce!)
domingo, janeiro 28, 2007
Agora a sério...
...escrever blogue em vez de blog é o mesmo que escrever vólquesseváguéne em vez de volkswagen.
Vai uma aposta?
Vai uma aposta?
sábado, janeiro 27, 2007
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