(...) Sim, dá-lhes jeito, como vigilantes de colégio interno, «a gaffe de Manuela Ferreira Leite». Mas não passa disso mesmo: gente com queda para o pequeno escândalo, levantando a virtuosa batina com a pontinha dos dedos, enquanto dão saltinhos junto dos charcos: «Já te molhaste! Já te molhaste!» (...)
Fracção do texto de FJV picado daqui.
quinta-feira, novembro 20, 2008
quinta-feira, novembro 13, 2008
Isto não é uma rola brava
Na realidade é uma rola mansa. Turca, na pior das hipóteses. No entanto, como ilustração do que vem aqui dá a ideia que é, de facto, uma rola brava. Mas não é. Só que não é. Na.Esta pequena introdução lúdica tem o propósito de sossegar as inquietas e alvoroçadas almas que se vêm preocupando, em minha opinião demasiado, demais, mais que a conta, de sobremaneira, exageradamente, com o que se vem publicando, editando, postando na B.L.U.S.A.(*)
Antes de me alongar mais no texto que se segue, gostaria que a ave que ilustra este post fosse observada com redobrada cautela e cuidado. A expressão estúpida do referido animal não é conquista, é genética. A atitude parasitária com que se pendura no bebedouro demonstra que além de estúpida é esperta. Ou seja : embora desprovida de inteligência consegue sacar o seu.
A rola turca é uma praga que infesta os pueblos que nasceram cresceram e se reproduziram em torno de todas as estações e apeadeiros entre a Cruz Quebrada e Cascais.
Nem quero imaginar o que será desta terra quando o TGV desarvorar por aí afora.
(*) Blogosfera Lusa (N.E.)
terça-feira, novembro 11, 2008
Alegre destrunfa
Manuel Alegre antecipou-se a Sócrates jogando a cartada Ministra da Educação. O Ás de Sócrates foi jogado agora, como foi referido aqui que aconteceria. Só que foi Alegre quem tomou a iniciativa, retirando o efeito de reconciliação nacional do governo com professores, pais e alunos, eleitores portanto.
O Movimento de Cidadãos que conseguiu para Manuel Alegre o segundo lugar nas últimas eleiçoes presidenciais estará à beira de se tornar um partido ?
O Movimento de Cidadãos que conseguiu para Manuel Alegre o segundo lugar nas últimas eleiçoes presidenciais estará à beira de se tornar um partido ?
Cavaco e a Madeira
Enquanto me dirigia ao clube, para mais mil metros alternados de crawl e breathstroke, pude ouvir na TSF que, quando questionado sobre o que se passou na Assembleia da Madeira, o presidente da República apelou ao bom senso e à ponderação, sobretudo nesta altura de grandes dificuldades económicas que o país atravessa. Estava à espera de ouvir a playlist de alguém inesperado, como o Nuno Rogeiro ou o Dany Silva, mas eram as notícias que estavam a dar.
Fiquei também a saber que o Representante da República na Madeira tem o seu diálogo com o representante da Assembleia Legislativa Regional.
Fiquei também a saber que o Representante da República na Madeira tem o seu diálogo com o representante da Assembleia Legislativa Regional.
The Obama Factor I
sexta-feira, novembro 07, 2008
Bom fim de semana
quinta-feira, novembro 06, 2008
Pequeno post
É natural que quem lê que a batalha de Trafalgar não passou de uma escaramuça que aconteceu perto de Monte Gordo e Vila Real de Sto. António, a seis quilómetros de Castro Marim ou a duas dúzias de léguas de Moncarapacho, corre o risco de ler alarvidades destas.
quarta-feira, novembro 05, 2008
Colour Purple
Para quem não saiba, o novo presidente da república dos E.U.A. é Barack Obama. "No more reds or blues. Colour Purple is now the true colour of the United States", foi mais ou menos isto o que disse Michelle Obama após a confirmação dos resultados eleitorais. Tendo 70% dos eleitores do estado de Virgínia, maioritáriamente brancos, votado Barack Obama, isso significa o trambolhão de uma das certezas mais propaladas nas antevésperas desta eleição; a de que que na intimidade do exercício do voto, o americano branco médio seria tomado de pânicos irracionais e acabaria por dar o seu voto a McCain.
Desenganem-se todavia os que pensam que a política externa norte americana não sofrerá grandes alterações com este resultado: a aposta em África marcará a diferença de anteriores administrações.
Por outro lado, há que lembrar as ofensivas militares na Somália e nos Balcãs protagonizadas pela administração democrata de Bill Clinton; o facto de ser um democrata a ganhar estas eleições não significa o abandono da política intervencionista dos E.U.A., nomeadamente em zonas sensíveis onde abunda o petróleo e o gás natural. Quanto muito uma movimentação das peças e reajustamento táctico no tabuleiro dos conflitos que se vêm desenrolando no médio oriente.
Duas coisas que me impressionaram nas últimas 24 horas: o contraste entre a abundante tecnologia ao serviço das estações de TV americanas comparativamente ao tempo perdido por milhares de votantes amarrados em bichas durante 7 horas ou mais. A outra foi a sonegação de informação relativa às previsões no QG de McCain, o que fez com que centenas de pessoas estivesem a pensar na vitória até ao desmentido proferido pelo próprio McCain. Por cá, a colagem da esquerda e da direita lusas a Obama e a McCain respectivamnte, não deixa de ser típica de quem não consegue lidar com o facto de ter feito a 1ª Comunhão com sete anos e tido posters do Guevara na parede do quarto na adolescência. No entanto tanto a esquerda como a direita nativas ficam contentes: a esquerda porque o "seu" candidato ganhou e o da direita perdeu; a direita porque o candidato da esquerda embora vencedor terá uma trabalheira do camandro pela frente, à laia de castigo.
Desenganem-se todavia os que pensam que a política externa norte americana não sofrerá grandes alterações com este resultado: a aposta em África marcará a diferença de anteriores administrações.
Por outro lado, há que lembrar as ofensivas militares na Somália e nos Balcãs protagonizadas pela administração democrata de Bill Clinton; o facto de ser um democrata a ganhar estas eleições não significa o abandono da política intervencionista dos E.U.A., nomeadamente em zonas sensíveis onde abunda o petróleo e o gás natural. Quanto muito uma movimentação das peças e reajustamento táctico no tabuleiro dos conflitos que se vêm desenrolando no médio oriente.
Duas coisas que me impressionaram nas últimas 24 horas: o contraste entre a abundante tecnologia ao serviço das estações de TV americanas comparativamente ao tempo perdido por milhares de votantes amarrados em bichas durante 7 horas ou mais. A outra foi a sonegação de informação relativa às previsões no QG de McCain, o que fez com que centenas de pessoas estivesem a pensar na vitória até ao desmentido proferido pelo próprio McCain. Por cá, a colagem da esquerda e da direita lusas a Obama e a McCain respectivamnte, não deixa de ser típica de quem não consegue lidar com o facto de ter feito a 1ª Comunhão com sete anos e tido posters do Guevara na parede do quarto na adolescência. No entanto tanto a esquerda como a direita nativas ficam contentes: a esquerda porque o "seu" candidato ganhou e o da direita perdeu; a direita porque o candidato da esquerda embora vencedor terá uma trabalheira do camandro pela frente, à laia de castigo.
quinta-feira, outubro 30, 2008
Aquilo dos contentores
É uma vergonha. Claro que subscrevi a petição. Hoje, depois de ler no Público que os estivadores (malta que há mais de dez anos sacava mais de mil e quinhentos contos por mês, segundo me afiançou hoje um velejador olímpico) ameaçaram de porrada o Miguel Sousa Tavares por ter dito o que pensava sobre o assunto atestei os lúzios no jornal da noite da TVI. Para espanto dos espantos vejo que o tipo se fechou em copas quando chegou a altura de dizer ao que vinha, alegando não sei o quê sobre igualdade de condições e que a ele enquanto comentador isento não caberia defender uma causa que apoiava porque não havia contraditório e mais não sei quê e o camandro. Chateou-me. Depois percebi: avizinha-se debate aceso na TVI sobre a história dos contentores, com contraditório e tudo, com share nos píncaros e casa cheia a ver anúncios sobre detergentes e carros e o caraças, entre dois cigarros e copos de três. Pois que seja. Nem que seja assim. Acho suspeito e, por isso, digno de peixeirada à medida, que uma concessão que acaba em 2015 seja tão apressadamente renovada por mais 27 anos por adjudicação directa a uma empresa que tem à cabeça Jorge Coelho, assim como quem vai ali ao mercado comprar um molho de oregãos e uma cabeça de maruca. Tresanda à história do busto de Napoleão.
segunda-feira, outubro 27, 2008
Introdução à política - Lição I
O tempo está instável, os ventos mudam, há que fazer bordos para manter a liderança na regata.
Desta vez o bordo é a bombordo, ou seja à esquerda, para os menos familiarizados com alguma da linguagem dos navegantes. Ao manter o aumento do salário mínimo nos € 450,00 Sócrates não só mantém o que ficou estabelecido na última concertação social/salarial como destrunfa à esquerda, atraindo para si muitas intenções de voto em 2009. Mais: a bancada do PS ao questionar a proposta do Governo relativamente ao pagamento dos salários em géneros para além da vontade expressa dos trabalhadores, assume o protagonismo evidenciando tiques oposicionistas tirando o tapete à suposta oposição de esquerda. Em duas penadas retira argumentos à esquerda enquanto espicaça a direita onde lhe dói mais nos tempos que se adivinham: no seu eleitorado.
Paulo Portas e Ferreira Leite têm trabalhos de casa com problemas difíceis.
Jerónimo de Sousa e frei Louçã idem aspas.
Sócrates, por seu lado, está cada vez mais perto de garantir uma maioria absoluta em 2009; parece que a terceira via veio para ficar.
Por outro lado, o mea culpa de Alan Greenspan, reconhecendo ter sido um erro confiar na liberalização absoluta dos mercados partindo do pressuposto que as entidades financeiras tudo fariam para defender os interesses dos seus acionistas, o que não aconteceu, é argumento considerável contra a babujice neoliberal.
Entretanto o Leixões lidera o campeonato nacional.
Desta vez o bordo é a bombordo, ou seja à esquerda, para os menos familiarizados com alguma da linguagem dos navegantes. Ao manter o aumento do salário mínimo nos € 450,00 Sócrates não só mantém o que ficou estabelecido na última concertação social/salarial como destrunfa à esquerda, atraindo para si muitas intenções de voto em 2009. Mais: a bancada do PS ao questionar a proposta do Governo relativamente ao pagamento dos salários em géneros para além da vontade expressa dos trabalhadores, assume o protagonismo evidenciando tiques oposicionistas tirando o tapete à suposta oposição de esquerda. Em duas penadas retira argumentos à esquerda enquanto espicaça a direita onde lhe dói mais nos tempos que se adivinham: no seu eleitorado.
Paulo Portas e Ferreira Leite têm trabalhos de casa com problemas difíceis.
Jerónimo de Sousa e frei Louçã idem aspas.
Sócrates, por seu lado, está cada vez mais perto de garantir uma maioria absoluta em 2009; parece que a terceira via veio para ficar.
Por outro lado, o mea culpa de Alan Greenspan, reconhecendo ter sido um erro confiar na liberalização absoluta dos mercados partindo do pressuposto que as entidades financeiras tudo fariam para defender os interesses dos seus acionistas, o que não aconteceu, é argumento considerável contra a babujice neoliberal.
Entretanto o Leixões lidera o campeonato nacional.
quinta-feira, outubro 23, 2008
Reflexões & actualidades
A secretária-geral da Assembleia da República está feliz. A obra em curso na Sala do Senado não terá, espera-se, trabalhos a mais, e está a ser feita com tal cuidado que, além de durar cem anos, ninguém perceberá a dimensão da intervenção pois que ficará exactamente como está neste momento. A diferença será tecnológica. Desde computadores embutidos nas bancadas que providenciarão abrigo a ratos e teclados, à instalação de ecrãs gigantes que darão, ou melhor emprestarão, todo um outro dramatismo a acontecimentos tais como incêndios, cheias, terramotos, bombardeamentos nucleares e outras catástrofes. Ler aqui.
Fim de tarde em Lisboa. Sol amarelo razante, frio e duas imperiais na esplanada.
- Leste o Público de hoje?- diz um. - Sobre aquela história do computador do Sousa Tavares.- acrescenta.
- Lili!- responde alto o outro. O microcão de trela amarrada à perna da mesa o lado levanta-se e late. - Que merda mais estranha...-
- Acho que das três uma; - começa o um.
- ... - exprime o outro inclinando-se para a frente.
- Ou foi a ASAE, ou o Vasco Pulido Valente ou -
- Ou o quê ?- insiste o outro.
- Deixa-me acabar, foda-se. Ou então foi o gajo que simulou aquela história porque simplesmente não sabia como acabar ou continuar nem o conto nem a peça.
- Leste o Público de hoje?- diz um. - Sobre aquela história do computador do Sousa Tavares.- acrescenta.
- Lili!- responde alto o outro. O microcão de trela amarrada à perna da mesa o lado levanta-se e late. - Que merda mais estranha...-
- Acho que das três uma; - começa o um.
- ... - exprime o outro inclinando-se para a frente.
- Ou foi a ASAE, ou o Vasco Pulido Valente ou -
- Ou o quê ?- insiste o outro.
- Deixa-me acabar, foda-se. Ou então foi o gajo que simulou aquela história porque simplesmente não sabia como acabar ou continuar nem o conto nem a peça.
Após Setembro de 2007, alguém referiu e repetiu que as alterações ao código penal acarretariam consigo um agravamento significativo da criminalidade. Quase um ano depois, dá-se o Verão quente de 2008. Aposto que daqui a um ano, os efeitos da presente crise financeira a ser resolvida do pé para a mão à custa dos contribuintes europeus e americanos, postos no prego pelos seus governos, governos de países que há um ano achavam impossível resolver a fome no mundo com dezanove mil milhões de Euros, serão ainda mais complicados. A tomada de consciência de muita gente sobre muita coisa ao mesmo tempo faz sempre muito barulho. E isso incomodará e tirará o sono a muita gente. Daí à profusão de erros humanos vai um nada.
quinta-feira, outubro 16, 2008
Portugal 0 - Albânia 0.... porquê ?
Talvez esta possa ser umas das razões:
Link recebido por email.
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Cristiano Ronaldo,
futebol da treta,
Portugal Albânia
terça-feira, outubro 14, 2008
domingo, outubro 12, 2008
Retrato de família
Crisis ? What crisis?
Enquanto a caldeirada agora servida ao mundo ia apurando, era este o presidente da nação mais poderosa da Terra, o grande timoneiro dos costumes e virtudes, fardo que McCain e Palin tão estóicamente se empenham em carregar.
Pack I
Pack II
Pack I
Pack II
Celebration week
Segundo relata "The Washington Post" os executivos do gigante dos seguros A.I.G. resolveram gastar umas massas gordas a comemorar o facto dos contribuintes norte americanos terem evitado o inevitável colapso que se adivinhava.
Tomem nota:
Numa semanita no St. Regis Resort em Monarch Beach, California, estoiraram duzentos mil dólares em quartos, cento e cinquenta mil em refeições, vinte e três mil em spa.
Nada mau. Quem não acredita, pode ler aqui o resto da história.
E a malta ainda se queixa do preço da gasolina e o camandro.
Tomem nota:
Numa semanita no St. Regis Resort em Monarch Beach, California, estoiraram duzentos mil dólares em quartos, cento e cinquenta mil em refeições, vinte e três mil em spa.
Nada mau. Quem não acredita, pode ler aqui o resto da história.
E a malta ainda se queixa do preço da gasolina e o camandro.
quarta-feira, outubro 08, 2008
Náusea
Reparem bem:
1. O Kosovo proclama a independência unilateralmente, ou seja, à margem do direito internacional.
2. A república portuguesa reconhece o novo país depois de se certificar que "a maioria esmagadora (a palavra não é inocente) dos seus parceiros na comunidade europeia já o tinha feito.
3. A coisa continua à margem do direito internacional, tal como a guerra do Afeganistão e a do Iraque. Martim da Cruz dixit.
4. A Sérvia questiona a legalidade da proclamação Kosovar na ONU.
5. A república portuguesa, apesar de saber e referir que a referida proclamação de independência está ferida de morte na legalidade, abstém-se.
6. Porquê ?
7. Porque a república portuguesa ambiciona um lugar sentado no Conselho de Segurança das Nações Unidas.
Conclusão: O mundo está fodido se a ONU tiver no seu Conselho de Segurança algo como a república portuguesa.
Portugal diria, como disse Marx, Groucho claro, "recuso o vosso convite. Jamais aceitaria fazer parte de um clube que convida para membros tipos como eu."
Cada vez mais a república portuguesa tem menos a ver com Portugal.
1. O Kosovo proclama a independência unilateralmente, ou seja, à margem do direito internacional.
2. A república portuguesa reconhece o novo país depois de se certificar que "a maioria esmagadora (a palavra não é inocente) dos seus parceiros na comunidade europeia já o tinha feito.
3. A coisa continua à margem do direito internacional, tal como a guerra do Afeganistão e a do Iraque. Martim da Cruz dixit.
4. A Sérvia questiona a legalidade da proclamação Kosovar na ONU.
5. A república portuguesa, apesar de saber e referir que a referida proclamação de independência está ferida de morte na legalidade, abstém-se.
6. Porquê ?
7. Porque a república portuguesa ambiciona um lugar sentado no Conselho de Segurança das Nações Unidas.
Conclusão: O mundo está fodido se a ONU tiver no seu Conselho de Segurança algo como a república portuguesa.
Portugal diria, como disse Marx, Groucho claro, "recuso o vosso convite. Jamais aceitaria fazer parte de um clube que convida para membros tipos como eu."
Cada vez mais a república portuguesa tem menos a ver com Portugal.
terça-feira, outubro 07, 2008
Angustia-me que...
... aterrem aqui no terreiro passaralhos que pespegam com acordo ortofônico como objecto de pesquisa no Google. É assustador, foda-se.
No regresso de Braga
Ouvindo a TSF, sou avisado de que, ao fim da tarde, no estabelecimento do Carlos Vaz Marques, também conhecido como a tasca do Pessoal e Transmissível será entrevistado Miguel Esteves Cardoso (MEC). Dei por mim a sorrir na espectativa. Chegada a hora apanhei uma barrigada de riso e boa disposição como há muito não acontecia. De repente aquele gajo dizia de si próprio qualquer coisa como "...aquele cabrão está gordo que eu sei lá..." com o à vontade de um político e a sinceridade de um jardineiro como se o importante fosse isso mesmo. Dizer o que nos apetece, quando nos apetece e o resto que se foda. Gostei de o ouvir dizer que os blogs estão na vanguarda da comunicação, sobretudo da imprensa. Escrita. Muito à frente de jornais, etc. É verdade mas sabe bem ouvi-la em broadscast. "E os blogs?" perguntou o Vaz Marques naquele tom de pergunta feita do alto de um trapézio (tenho uma fantasia que consiste no seguinte: O Carlos Vaz Marques executa todas aquelas entrevistas enquanto se baloiça sorridente em espaldares e argolas, num ginásio imaginário que é o seu habitat enquanto desencadeia perguntas e respostas naqueles minutos entre as sete e as oito da noite que é o tempo que lhe dão para entrevistar); "Adoro blogs" ripostou o MEC. "Estão na vanguarda da comunicação em Portugal. São dos melhores que há quando comparados com ingleses, americanos, etc. E, em Portugal, há pelo menos cem que são muito bem escritos, coerentes nas ideias, no grafismo" etc, etc.
Em Portugal não se come mal é o título do seu último livro. Depois de o ouvir dissertar sobre a eficácia da barreira sanitária anti-bacteriana que nos é gratuitamente disponibilizada através da ingestão de alho e wasabe face à prepotência inquisitorial de uma ASAE plenipotenciária ouvi tudo o que quis. Nunca nenhum português conheceu tanto os portugueses como aquele tipo.
Malgré o sotaque de menino da linha, quiçá paneleiróide, que tanto nos chateia, a mim e à Sancha, o MEC, sendo um dos maiores escritores que esta terrinha pariu nos últimos anos, é uma instituição. Já agora arranjem-lhe uma casinha aqui no burgo. Não é preciso uma Casa dos Bicos com Fundação e estacionamento à porta. Basta uma casa portuguesa, com pão e vinho sobre a mesa, no coração de cada um de nós.
Em Portugal não se come mal é o título do seu último livro. Depois de o ouvir dissertar sobre a eficácia da barreira sanitária anti-bacteriana que nos é gratuitamente disponibilizada através da ingestão de alho e wasabe face à prepotência inquisitorial de uma ASAE plenipotenciária ouvi tudo o que quis. Nunca nenhum português conheceu tanto os portugueses como aquele tipo.
Malgré o sotaque de menino da linha, quiçá paneleiróide, que tanto nos chateia, a mim e à Sancha, o MEC, sendo um dos maiores escritores que esta terrinha pariu nos últimos anos, é uma instituição. Já agora arranjem-lhe uma casinha aqui no burgo. Não é preciso uma Casa dos Bicos com Fundação e estacionamento à porta. Basta uma casa portuguesa, com pão e vinho sobre a mesa, no coração de cada um de nós.
O Fim ?
Talvez. Os Maias, os da América do Sul não os do d'Eça, alinhavaram um calendário até 2012 da nossa era. Pelo menos é o que garantem os entendidos na matéria. Mas só até 2012. Se calhar um deles, dos Maias, disse para os outros "estou mas é a ficar farto desta merda. Sempre a calcular fases da Lua, estações do ano e o camandro e ainda nem sequer temos telecomunicações de jeito. Vou mas é para casa comer um sarrabulho e o cabrão do calendário que se foda". E assim ficou o calendário a acabar em 2012. Poderia ter sido em 1921, ou 1456. Mas não. Foi mesmo mesmo até 2012.
Ou então descobriram uma merda qualquer e perceberam que não valia a pena continuar a calendarizar as voltas da Terrra para depois de 2012 porque não haveria vida nela depois disso.
Seja como for ando cá com uma vontade de mudar o template deste blog que não vos digo nada. Já mudei uma vez e tive uma trabalheira dos diabos a corrigir links. Não sei. Talvez um dia destes. Mas antes de 2012. Por causa das merdas.
Ou então descobriram uma merda qualquer e perceberam que não valia a pena continuar a calendarizar as voltas da Terrra para depois de 2012 porque não haveria vida nela depois disso.
Seja como for ando cá com uma vontade de mudar o template deste blog que não vos digo nada. Já mudei uma vez e tive uma trabalheira dos diabos a corrigir links. Não sei. Talvez um dia destes. Mas antes de 2012. Por causa das merdas.
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