segunda-feira, janeiro 31, 2005

O ácaro

Algo se passa.
Não é só o Expresso que dispõe da boa vontade de canideos sobredotados na produção de escrita, como eu já referi aqui.
O Público também dispõe de um valioso contributo alimário. Trata-se de um ácaro mutante e xenófobo que ora perorando sobre isto ora opinando sobre aquilo se vai enchendo e inchando dia após dia qual carraça vampirizadora, à custa da verborreia compulsiva e gráficamente expulsa de que é acometido sempre que se dispõe a imitar o que de mais nobre o homem faz: escrever.
Eis alguns excertos que extraí e cuidadosamente separei do monte de asneiras que a criatura achou por bem pendurar do seu nome no Público de hoje:

(...)Deve ter sido um daqueles brasileiros que o orientam na campanha e lhe fazem hinos de menino e guerreiro.(...)

Outra :

(..)Ou desses que põem nos cartazes coisas como "este sim, sabe quem é".(...)

Outra ainda:

Há dois ou três dias, o mesmo brasileiro, vindo directamente do Bois de Boulogne ou da floresta da Tijuca, descobriu que o grande tema que dividia a sociedade portuguesa...(...)

Encontram aqui o artigo completo no qual o ácaro xenófobo dá largas ao seu racismo viperino acompanhado de um azedume biliar de dimensão tal que faria passar por santa uma hidra dos infernos com sete dias de menstruada.


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