quinta-feira, novembro 13, 2008

Isto não é uma rola brava

Na realidade é uma rola mansa. Turca, na pior das hipóteses. No entanto, como ilustração do que vem aqui dá a ideia que é, de facto, uma rola brava. Mas não é. Só que não é. Na.


Esta pequena introdução lúdica tem o propósito de sossegar as inquietas e alvoroçadas almas que se vêm preocupando, em minha opinião demasiado, demais, mais que a conta, de sobremaneira, exageradamente, com o que se vem publicando, editando, postando na B.L.U.S.A.(*)
Antes de me alongar mais no texto que se segue, gostaria que a ave que ilustra este post fosse observada com redobrada cautela e cuidado. A expressão estúpida do referido animal não é conquista, é genética. A atitude parasitária com que se pendura no bebedouro demonstra que além de estúpida é esperta. Ou seja : embora desprovida de inteligência consegue sacar o seu.
A rola turca é uma praga que infesta os pueblos que nasceram cresceram e se reproduziram em torno de todas as estações e apeadeiros entre a Cruz Quebrada e Cascais.
Nem quero imaginar o que será desta terra quando o TGV desarvorar por aí afora.

(*) Blogosfera Lusa (N.E.)

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