quarta-feira, janeiro 19, 2005

Reformas precisam-se

Qualquer reforma da administração pública deveria contemplar uma saudável purga de funcionários públicos.
Há funcionários públicos a mais.
Estão em todo o lado. São candidatos aos concursos de TV, sempre que há um inquérito de rua aparecem logo dezassete, estão sempre à nossa frente nas bichas para os balcões dos bancos, nas farmácias e nos supermercados. Têm sempre opinião sobre tudo e mais umas botas e são incompetentes.
Acima de tudo são incompetentes. E porquê ? Pergunto eu.
Porque, respondo eu, são muitos e ganham pouco. Há sempre uns 2 ou 3 livres em cada serviço ou secção para "ir à bica" nas horas de expediente.
Além disso enchem os transportes públicos disseminando odores infestantes e fragrâncias de vómito que vão da bufa traiçoeira ao desodorizante para cão passando por nuances várias, de sovacos assestados nas narinas do conterrâneo mais próximo. O suplício de suportar funcionários públicos a caminho do serviço agudiza-se a partir de meio da semana. A meio da semana o pivete adensa-se na razão directa da intensidade com que se telemovem uns aos outros contando as mais inconcebíveis parvoíces sendo que todas começam por "É assim..."
Um verdadeiro inferno.
Chegando o fim de semana o pesadelo toma formas e proporções rodoviárias. Atafulham as avenidas, ruas e rotundas com o carro que só usam ao fim de semana saindo e entrando do perímetro urbano como rendeiras de bilros no cio. E isto se não se envolvem em
acidentes dos quais 96% são resultado da sua inépcia ao volante e total desconhecimento do código da estrada e da prática da condução.
Os outros 4% são intencionais.
Com tão grandes reservas de ouro, Portugal bem poderia pôr algum de parte para negociar reformas antecipadas com a maioria dos funcionários públicos.
Os restantes , reduzidos ao mínimo essencial, aí uns 15% do número actual, seriam principescamente bem pagos, o que os tornaria à prova de corrupção bem como extremamente dedicados no seu trabalho do dia a dia. É que se não fossem eficientes e competentes, ao nível do que a mais antiga Nação da Europa tem o direito de exigir, seriam sumariamente postos no olho da rua.

5 comentários:

Anónimo disse...

O CÉU VAI-NOS CAIR NA CABEÇA ?

O atentado foi no dia 11; a 11 do mês 9, o que somado dá 11 (1+1+9); as torres vistas de longe lembravam um 11; Nova Iorque é o 11º Estado dos EUA; as torres tinham 110 pisos (1+1+0); o primeiro dos voos que se despenhou era o nº 11; o voo nº11 levava 92 pessoas, o que soma 11; o voo 77 (múltiplo de 11)que também se despenhou, levava 65 pessoas, o que soma 11; o número de emergência dos EUA é o 911, que coincide com a data (nos EUA escreve-se primeiro o mês) e também soma 11; o 11 de Setembro é o dia 254 do ano, que soma 11, e 254 foi também o número das vítimas dos dois voos; a partir de 11 de Setembro contam-se 111 dias para terminar o ano; Nostradamus (11 letras) profetizou o ataque a Nova Iorque na centúria XI(de que existem apenas fragmentos); New York City tem 11 letras; The Pentagon tem 11 letras; Ramsin Yuseb, o terrorista que atacou o WTC em 1993, tem 11 letras; George W. Bush tem 11 letras; 4 de Julho (4/7), dia da independência dos EUA, soma 11.

Há mais!

www.riapa.no.sapo.pt

Afonso Henriques disse...

Exacto.Ok.Tudo bem.pois claro.Agora escuta :

A MALTA TAMBÉM LÊ OS SUPLEMENTOS DO EXPRESSO ! TÁS A OUVIR ? A MALTA TAMBÉM LÊ O EXPRESSO !!!!!!

Chiça! Este gajo é uma melga.....

riacho disse...

Tu apanhas com cada espasmo (leia-se: SPAsMo)!
Primeiro vêm as cabalas... agora os profetizadores... tsc tsc.

:-)

Este almofariz é bem recheado.

Anónimo disse...

Mais um com fobia dos funcionários públicos! Chiça que não há pachorra para tanto imbecil.

"É que se não fossem eficientes e competentes, ao nível do que a mais antiga Nação da Europa tem o direito de exigir, seriam sumariamente postos no olho da rua"

Foi o que fizemos a essa nobreza decadente. É o que os portugueses vão fazer com o palerma do Dr. Santana Lopes. Se for preciso farão o mesmo à versão mais composta do Eng. Sócrates...

Afonso Henriques disse...

Agora reparem : O comentário anterior é muito provavelmente da autoria de um funcionário público a "curtir" em horas de serviço. Tenho ou não tenho razão?

 
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