segunda-feira, junho 04, 2007

Da Língua Portuguesa e outros

Parece que aquilo estava escrito nos enunciados dos próprios testes de Língua Portuguesa.
Aquilo era o que se pode interpretar como "Se quiserem cagar nos erros tá-se bem ca malta liga beca a essas merdas".
Para bom entendedor meia palavra basta. Para a geração "tá-se", de polegares hiperdesenvolvidos e vocabulário reduzido, meia letra basta.
Há que desencefalar as hostes, analfabetizar os nativos, convertê-los numa chusma de zombies de auricular atarrachado ao crânio portadores de cartão único. E pô-los a votar.

Sugestão para um dois em um : abrir a "Época Oficial dos Incêndios" fazendo-a coincidir com o "Dia da Árvore".

Da mesma maneira que nunca se soube quem andou com pézinhos de lã a comprar terrenos na orla da barragem do Alqueva nos últimos anos (e que foi depois choruda e lacrimejantemente indemnizado) jamais se saberá quem tem andado a fazer o mesmo pelas bandas da OTA.


Não basta aos povos lerem e entenderem a experiência de outros povos para rejeitarem liminarmente determinados regimes e ideologias. Como é normal, infelizmente devido a vicissitudes várias, esses povos são amplamente analfabetos e intrínsecamente iliteratos tendo que provar primeiro da gamela para se arrependerem depois. Os que forem a tempo.
Veja-se os apoiantes de Chávez, por exemplo.

Verdadeiros Porta-Chávez.

Luís Filipe Scolari não gostou de ouvir os "Olés" gritados pelo público português presente no último Bélgica-Portugal. Das três uma: ou não gosta de touradas ou não gosta do público português ou anda armado em parvo.

Definição de República: regime que, entre outras coisas, permite que um arguido em casos de pedofilia se torne juiz enquanto impede que arguidos em casos de corrupção se candidatem a Presidentes de Câmara.

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